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Contestado, Monge João Maria, outra história da nossa fronteira.

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“Houve um anacoreta de cabelos longos e grisalhos, a barba longa e o olhar manso, que desejava a solidão e o isolamento, a quietude e as durezas da vida contemplativa, as horas longas passadas em orações e em êxtases, tal como o haviam feito muitos outros que fugiram do convívio dos homens para se aproximarem de Deus. Foi simples, foi bom e foi justo. Mais severo para consigo mesmo do que para com o seu próximo. E, sendo indigente, repartiu com os seus semelhantes o único bem que possuía: - a sua fé” .   Assim o descreve (Oswaldo Rodrigues Cabral em seu livro Campanha do Contestado); A passagem do monge João Maria pela fronteira foi motivo de muitas lendas, causos, curas e orações, a devoção que ficou por este monge atravessou o tempo, mesmo hoje passados mais de centena de anos de sua estada aqui em Dionísio Cerqueira são inúmeras as pessoas que ainda carregam sua foto na carteira como um sinal de proteção; Fonte: Alexandre Kalsburg - O eremita do novo mundo.   ...

1948 e a chegada da família Gayardo a Dionísio Cerqueira;

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     O ano é 1948, no momento da chegada da família ao município cerqueirense, esta casa ficava bem em frente ao lago perto da Aduana, a família Gayardo se fixou e até hoje tem suas raízes fixas no município. Fonte: Acervo da família Gayardo.   Por * Cleiton Weizenmann .......... Esta postagem bem como este blog é um trabalho amador de uma entidade sem fins lucrativos não governamental dedicada entre outros a cultura e ao resgate histórico, os trabalhos são elaborados por alguns amigos muitas vezes se dedicando ao máximo sem ter o conhecimento adequado e nem os recursos necessários, *toda citação ou trecho retirado daqui deve citar a fonte ** toda imagem tem direitos autorais para utiliza-las citar a fonte e para este caso também entre em contato conosco em um dos contatos abaixo: .......... Associação Recreativa e Cultural Nacional E-mail: nacionalprimeirodemaio2004@gmail.com Contato Cleiton Fone/Watts 499 33007886 Contato Lucas Fone/Watts 469 99367234

Separação a saga de uma comunidade que desapareceu no tempo, a maldição do monge, e os dias atuais!!!

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    Separação a saga da comunidade que desapareceu no tempo e ressurge novamente nos dias atuais.           A década de 1940 em linha Separação foi o momento mais glorioso daquela comunidade, diga-se de passagem a primeira comunidade onde ficava a sede do município de Dionísio Cerqueira. Mas, o que teria acontecido naquele local em que até a poucos anos não se encontrava mais nada a não ser duas ou três moradias e os troncos e fundações de construções que um dia foram uma vibrante comunidade.      Aos domingos como era de costume naqueles anos gloriosos não podiam os moradores deixar de se amontoar na velha igreja de madeira do padroeiro São José e ali pela única fotografia remanescente da época e do local avistamos a enorme quantidade de moradores residentes. Fonte: Acervo próprio da entidade de rara foto dos moradores de Separação       Na década de 20 encruzilhada era o centro do nosso município após a ...

1953 A neve chegou na fronteira!!

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1953 e a neve!      A foto é de 1953, a neve tomou conta de tudo, em seu livro que a entidade guarda copia com zelo "O Guardião" (objeto de post futuro), Alaor Silva um dos primeiros guardas fiscais do município de Dionísio Cerqueira assim a descreve: .......os porquinhos estão cobertos de neve, as galinhas estão inquietas.......o povo andava naquela neve toda afundando 35cm as botas no chão.......os Argentinos foram os primeiros a fazer bonecos de neve.......               (fonte: O guardião fl. 92-95);   Por * Cleiton Weizenmann .......... Esta postagem bem como este blog é um trabalho amador de uma entidade sem fins lucrativos não governamental dedicada entre outros a cultura e ao resgate histórico, os trabalhos são elaborados por alguns amigos muitas vezes se dedicando ao máximo sem ter o conhecimento adequado e nem os recursos necessários, *toda citação ou trecho reti...

Uma chave de senzala em DC, um símbolo de liberdade!!!

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Os materiais e a CHAVE recebidos da Revolução Paulista de 1924.      Corria o ano de 2012 quando a Associação Nacional recebeu do neto do grande comandante da coluna paulista Miguel Costa o senhor Yuri Abyaza Costa alguns materiais (chamou atenção uma chave) que remetiam aquela revolução que após se juntar com as forças gaúchas e esta ultima passar por Dionísio Cerqueira SC se uniram em Catanduvas e dali em diante conhecemos com o homônimo Coluna Prestes sendo a partir dali retirado da maioria dos livros e da historia o nome mais justo da revolução que seria Coluna Miguel Costa Prestes.  Esses itens remetem ao início da revolução em São Paulo e dos combates do Nordeste: -Uma balança pequena que servia para pesar pólvora; -Duas espadas de parede que decoravam o QG Paulista da revolução. -Um cachimbo, usado pelo comandante Miguel Costa. -Um prendedor de papeis. Estes quatro itens acima de propriedade e uso de Miguel Costa. -Um pôster com os selos de Mi...

A Praça Dalilo Quintino Pereira, sua beleza década de 60.

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Corria os anos 60...      A praça prof. Dalilo Quintino Pereira já foi uma das mais belas do estado de Santa Catarina, isso reconhecido por várias autoridades estaduais, quando foi construída tinha dois andares, o retrato da década de 60 foi doado a nossa entidade no ano de 2011 pelo amigo blumenauense Wieland Lickfield que a comprou em um leilão e nos remeteu, um belo cartão postal de nosso município. Por * Cleiton Weizenmann .......... Esta postagem bem como este blog é um trabalho amador de uma entidade sem fins lucrativos não governamental dedicada entre outros a cultura e ao resgate histórico, os trabalhos são elaborados por alguns amigos muitas vezes se dedicando ao máximo sem ter o conhecimento adequado e nem os recursos necessários, *toda citação ou trecho retirado daqui deve citar a fonte ** toda imagem tem direitos autorais para utiliza-las citar a fonte e para este caso também entre em contato conosco em um dos contatos abaixo: .......... Associação Rec...

O primeiro livro escrito sobre Dionísio Cerqueira: O livro perdido da professora Branca Cecy de Lara!!!

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       Quase se perdeu no tempo!         O ano era 1970 a professora Branca Cecy de Lara na época era uma jovem professora, hoje aposentada e residente em São Miguel do Oeste SC, e ao entrar na sala de aula teve um choque com a realidade:         “Nós não tínhamos nada para trabalhar, não tinha material, nem livro, nada para apoiar o professor dentro da sala de aula, não existia internet, não era que nem hoje. Então para poder ensinar os alunos eu escrevi um livro do município, que me custou muito tempo, mas me ajudou muito e aos alunos também, depois tentei publicá-lo, mas não consegui dinheiro.”        Este livro escrito por esta professora que tanto fez por nosso município, ficou perdido em meio a seus materiais, por quase 20 anos, por sorte quando ela a encontrou novamente ainda estava inteiro, o que foi uma surpresa, pois foi escrito com uma máquina velha de escrever encima de pape...